Embora seja defendida pela Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), a redução voluntária do consumo de energia, também conhecida como racionamento branco, é polêmica em Minas Gerais. Para o setor industrial, mais que priorizar uma discussão sobre o racionamento, é preciso que o governo mexa nos custos da energia e em sua tributação. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Júnior, por se tratar de um insumo caro, economizar energia já é atividade obrigatória da indústria. “Esse é um custo que a indústria já aprendeu a diminuir. Antes de pensar em racionamento, é necessário que governo atue desonerando a geração de energia ao mínimo necessário, para que os custos sejam compatíveis com resto do mundo”, garante.
Leia a materia na intergra no Jornal UAI.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
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